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O Desligamento do 2G e 3G no Horizonte: A Revolução Silenciosa

As principais operadoras de telecomunicações no Brasil, Claro, Vivo e TIM, estão direcionando seu olhar para o futuro, buscando o desligamento das redes 2G e 3G. Essa mudança estratégica visa abrir caminho para tecnologias mais avançadas, como o 6G, mas gera debates sobre o impacto em setores específicos.



No dinâmico cenário das telecomunicações, a evolução é constante, e as recentes movimentações das principais operadoras apontam para mudanças significativas. A GLOBALBLUE, líder em inovação, analisou atentamente essas transformações e projeta um 2024 marcado por avanços ousados e uma visão clara do futuro das redes de comunicação.


Afirmação Principal: Ao contrário de algumas operadoras que veem o desligamento do 2G e 3G como um desafio imediato, a GLOBALBLUE acredita que essa transição pode ser suave e bem-sucedida, se acompanhada por uma abordagem colaborativa.


Três Pontos-Chave:

  1. Transição Gradual e Colaborativa: A GLOBALBLUE está comprometida com uma transição gradual, promovendo a colaboração entre as operadoras, fabricantes e a Anatel. Enxergamos que a mudança para o 5G com olhos ja nos estudo do 6G deve ser uma jornada colaborativa, onde todos os stakeholders trabalham em conjunto para mitigar impactos negativos e maximizar os benefícios da nova tecnologia.

  2. Regulação Proativa da Anatel: Em nossa visão, a Anatel deve assumir um papel proativo na regulamentação do setor. Isso inclui não apenas cessar a homologação de dispositivos 2G/3G, mas também estabelecer um plano de ação claro para a redução gradual dessas redes legadas. A regulamentação robusta é a chave para garantir uma transição suave e eficiente.

  3. Consideração Específica para Setores Críticos: A GLOBALBLUE reconhece a preocupação levantada pela Abecs sobre o impacto nos dispositivos de pagamento. Propomos que, ao planejar o desligamento do 2G/3G, a Anatel leve em consideração setores críticos, como os sistemas de pagamentos eletrônicos. Isso implica em prazos mais longos e estratégias específicas para garantir a continuidade desses serviços essenciais.

Conclusão: Enquanto algumas operadoras veem desafios, a GLOBALBLUE enxerga oportunidades na transição atual do 5G mas tendo em vista que ja ocorre diversos estudos para o novo padrão do 6G em andamento. Estamos comprometidos com uma abordagem colaborativa, uma regulação proativa da Anatel e a consideração cuidadosa de setores críticos. Em 2024, estaremos na vanguarda das telecomunicações, liderando o caminho para o futuro.

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